sexta-feira, 13 de outubro de 2017

CAVALEIRO TEMPLÁRIO ENTREVISTADO POR CHICO XAVIER



As Profecias de um Cavaleiro Templário
Posted by Thoth3126 on 12/10/2017

“EMMANUEL, através de Chico Xavier, respondendo a uma entrevista já publicada em livro nos diz que as profecias são reveladas aos homens para não serem cumpridas. Que elas são na realidade um grande AVISO ESPIRITUAL para que nos melhoremos e afastemos de nós a hipótese da realização do pior caminho profetizado, caso nada façamos”.
Pouco se sabe de João de Jerusalém, porém, um Manuscrito do século XIV, encontrado há pouco tempo no Mosteiro de Zagorsk, perto de Moscou, traça um breve perfil desta figura enigmática. Comenta-se ali que João de Jerusalém “era um homem que “sabia ler e escutar os céus” (e o seu próprio Eu Superior). …
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… Ele foi um dos fundadores da Ordem dos Templários. Morreu entre 1119 e 1120. Seu nascimento provável se deu em 1042 e participou da conquista de Jerusalém em 1099, tendo vivido ali por cerca de 20 anos. Foi durante este período que escreveu seu O Livro das Profecias {de novo o mesmo nome, João, para a mesma alma que viu [apesar de cego] e escreveu o Livro do Apocalipse mil anos antes na Ilha de Patmos…}


“Non nobis Domine, non nobis, sed nomini Tuo ad Gloriam” (Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Teu nome Glorifique) – Salmo 115: 1 – Divisa dos TEMPLÁRIOS.
“E Pedro, voltando-se, viu que o seguia aquele discípulo a quem Jesus amava, e que na ceia se recostara também sobre o seu peito, e que dissera: Senhor, quem é que te há de trair? Vendo Pedro a este, disse a Jesus: Senhor, e deste que será? Disse-lhe (Cristo em) Jesus: Se eu (Cristo) quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Segue-me tu. Divulgou-se, pois, entre os irmãos este dito, que aquele discípulo não havia de morrer. Jesus, porém, não lhe disse que não morreria, mas: Se eu (Cristo) quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Este é o discípulo (João) que testifica destas coisas e as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro”. – João 21:20-24
Profecias de JOÃO (um Cavaleiro Templário) de Jerusalém, o texto segue um estilo bem característico da época:
“Vejo a imensidão da Terra…. Continentes que Heródoto não mencionou (as Américas que os Templários descobriram a existência já no século XI) a não ser em seus sonhos se ajuntarão mais além dos bosques que descreve Tácito, no longínquo final dos mares que começam depois das Colunas de Hércules (o Estreito de Gibraltar, saída do Mar Mediterrâneo para o Oceano Atlântico).


Acima: O Mosteiro de Zagorsk, Rússia, onde foi encontrado o documento.
Mil anos terão se passado desde os tempos em que vivemos e todos os feudos em todo o mundo terão se reunido em grandes e vastos impérios (O Mundo globalizado de hoje). Guerras tão numerosas como as malhas de cota dos Cavaleiros da Ordem se entrecruzarão e desfarão reinos e impérios para formar outros ainda maiores. Mil anos terão passado e o homem haverá conquistado o fundo dos mares e a altura dos céus.
Terá adquirido o poder do sol (Bombas atômicas) e acreditará ser Deus, construindo sobre a terra mil Torres de Babel. Então,começará o ano mil que segue ao ano mil” [refere-se ao nosso milênio atual, o século XXI].
Quando começar o ano mil que segue ao ano mil o ouro [dinheiro] estará no sangue; quem estiver no templo encontrará comerciantes; os líderes serão cambistas e usurários. A espada [armas] defenderá a serpente [o império do mal] e todas as cidades serão (como) Sodoma e Gomorra.
O homem terá povoado os céus, a terra e os mares com suas criaturas; ambicionará os poderes de Deus e não conhecerá limites. Mas, tudo se sublevará contra ele (principalmente AS FORÇAS DA NATUREZA); titubeará como um rei bêbado, galopará como um cavaleiro cego e, a golpes de esporas, levará sua montaria para o bosque. No final do caminho estará diante do abismo…


Acima: O Brasão de Armas do último Grão Mestre da Ordem dos Cavaleiros Templários, Jacques De Molay.
Quando começar o ano mil que segue ao ano mil, Torres de Babel serão construídas em todos os pontos da Terra. Em Roma e em Bizâncio (Atual Istambul, Turquia) os campos se esvaziarão. Já não haverá mais leis para proteger a ninguém, e os bárbaros estarão vivendo nas cidades. Já não haverá pão para todos e os jogos já não serão o bastante (nunca há Pão e Circo suficiente). Então, as pessoas, sem futuro, provocarão grandes incêndios.
Todos tentarão desfrutar de tudo o que puderem. O homem repudiará sua esposa tantas vezes quantas se casar, e a mulher irá por caminhos sombrios tomando para si tudo que lhe apetecer, dando à luz sem pôr o nome do pai. Nenhum mestre guiará a criança e cada um estará só entre os demais. A Tradição se perderá, a lei será esquecida e o homem se tornará selvagem outra vez.
Quando começar o ano mil que segue ao ano mil o pai buscará prazer em sua filha, o homem com outro homem, a mulher com outra mulher, o velho com o menino impúbere, e tudo isso diante dos olhos de todos. Porém, o sangue se tornará impuro, o mal se estenderá de leito em leito e o corpo recolherá todas as podridões do mundo [Sífilis, Aids…]. Os rostos serão consumidos, os membros serão desencarnados e o amor será uma ameaça entre aqueles que apenas se conhecem pela carne.


Quem falar de promessas e de lei não será ouvido, quem pregar a fé do Cristo perderá sua voz no deserto. Mas, em todas as partes se estenderão as águas poderosas das religiões infiéis. Falsos Messias reunirão os homens cegos e o infiel armado será como nunca antes foi. Ele Falará de justiça e de direito e sua fé será de sangue e de fogo, e se vingará das Cruzadas (os muçulmanos atacarão os católicos e protestantes europeus COM A INVASÃO DA EUROPA).
Quando começar o ano mil que segue ao ano mil todos saberão o que acontece em todas as partes do mundo [televisão, internet, celulares, satélites]. Serão vistas crianças cujos ossos estarão marcando a pele, pela fome, com seus olhos cobertos de moscas e caçados como se matam ratos…. [Etiópia, Kosovo, Chechênia, Síria, Faixa de Gaza, África, etc…]
O homem fará comércio de tudo e de todas as coisas. Tudo terá preço e nada mais será dado. Nada mais será sagrado, nem sua vida nem sua alma. As crianças também serão vendidas, e algumas delas servirão de bonecas para desfrute de sua pele jovem, outras serão tratadas como animais servis. A debilidade sagrada da criança bem como seu mistério serão esquecidos e o homem não será outra coisa que a barbárie.
Quando começar o ano mil que segue ao ano mil o olhar e o espírito dos homens já estarão prisioneiros; estarão ébrios e não se darão conta. Tomarão as imagens e os reflexos como sendo a própria verdade. Farão com eles o que se faz com os cordeiros, tirando sua pele e sua lã.

No mundo reinarão soberanos sem fé, governarão multidões ignorantes (estúpidas) e passivas. Esconderão seus rostos e guardarão seus nomes em segredo. Ninguém participará de suas reuniões e assembleias e todos serão verdadeiros escravos mas acreditarão serem homens livres. Só os selvagens [países pobres?] se levantarão mas serão vencidos e queimados vivos.
Quando começar o ano mil que segue ao ano mil TERÁ SURGIDO UMA ORDEM NEGRA E SECRETA (Iluminattis, Nova Ordem Mundial, Sionismo, etc). Sua lei será o ódio, e sua arma, o veneno. Desejará cada vez mais ouro e estenderá seu reino por toda a Terra, e seus servidores estarão unidos entre si pelo beijo de sangue. Os homens justos e os fracos acatarão suas ordens, os poderosos se colocarão a seu serviço e a única lei será a que for ditada nas sombras. O veneno será visto dentro das igrejas e o mundo avançará com esse escorpião debaixo do pé.
“A terra começará a tremer em vários lugares e as cidades (litorâneas) se afundarão nas águas. Tudo que foi construído sem ouvir os conselhos dos sábios será ameaçado e destruído. O lodo inundará os povoados e o solo se abrirá debaixo dos palácios. O homem seguirá obstinado porque o orgulho é a sua loucura. Não escutará as repetidas advertências da (MÃE) terra e o fogo destruirá as novas Romas. Entre escombros acumulados, pobres e bárbaros, apesar dos soldados, saquearão as riquezas abandonadas”.

Quando começar o ano mil que segue ao ano mil O SOL QUEIMARÁ A TERRA
Quando começar o ano mil que segue ao ano mil O SOL QUEIMARÁ A TERRA , o ar já não será o véu (A ATMOSFERA DA TERRA DEVERÁ SOFRER ALGUM TIPO DE MODIFICAÇÃO) que protege do fogo e a luz e calor ardente queimará a pele e os olhos de todos.
O mar se elevará como água furiosa e as cidades e costas serão inundadas. Continentes inteiros desaparecerão com os homens refugiando-se nas alturas, e esquecendo o ocorrido, iniciarão a reconstrução.
(…) Os animais que Noé embarcou na arca não serão, nesse tempo, mais que bestas transformadas pela mão do homem [clones]. Quem se preocupará com seus sofrimentos vitais? O homem terá feito de cada animal aquilo que bem lhe convier e terá destruído inúmeras espécies. Em que terá se convertido o homem que mudou as leis da vida, tendo feito de um animal vivo um objeto de barro? Será igual a Deus ou será filho do demônio?
Quando começar o ano mil que segue ao ano mil regiões inteiras do mundo serão botins de guerra. Além dos limites romanos e incluindo o antigo território do império os homens da mesma cidade se degolarão. Aqui haverá guerras entre tribos e lá, entre crentes. Os judeus e os filhos de Alah não deixarão de se enfrentar. A terra de Cristo (A Palestina) será o campo de batalha. Mas, os infiéis irão querer defender em todo o mundo a pureza de sua fé e diante deles não haverá mais que dúvidas e poder. Então a morte avançará por todo o mundo como o estandarte dos novos tempos.

Jerusalém, um lugar disputado por três religiões, no Oriente Médio, Judeus x Muçulmanos x católicos e Jerusalém, o ponto focal da energia masculina (e da discórdia) no planeta, um final trágico (?) na discórdia na região e entre povos irmãos.
(…) Multidões de homens serão excluídas da vida humana. Não terão direitos, teto, alimento. Estarão nus e não terão mais nada para vender a não ser seus corpos. Mas serão expulsos para longe das Torres de Babel da opulência, aonde ouvirão as prédicas da vingança, que os levarão ao ataque às orgulhosas torres. Terá chegado um novo tempo de invasões bárbaras (…).
O despertar de uma nova era
Chegado plenamente o ano mil que segue ao ano mil [Início da nova Idade de Ouro], por fim, os homens terão abertos seus olhos e já não mais estarão encerrados em suas cabeças ou em suas cidades. Perceberão que o que atinge a um fere também ao outro. Formarão os homens um corpo único no qual cada um será uma parte ínfima. Juntos, constituirão o coração e haverá uma língua que será falada por todos e assim nascerá um grande ser humano.


(…) Conquistará o céu, criará estrelas no grande mar azul (espaço interestelar) sombrio e navegará nessa nave brilhante como um novo Ulisses, companheiro do sol, rumo a Odisseia Celeste. Também será o soberano da água, construirá grandes cidades aquáticas que se alimentarão dos frutos do mar. Viverá assim o homem em todas as partes e nada lhe será proibido.
Quando chegar plenamente o ano mil depois do ano mil o homem poderá penetrar na profundidade das águas. Seu corpo será novo e será como os peixes. Alguns voarão mais alto que os pássaros como se a pedra nunca caísse. Se comunicarão entre todos pois seu espírito estará aberto para recolher todas as mensagens. Os sonhos serão compartilhados com todos e viverão tanto tempo como o mais velho dos homens, aquele do qual falam os livros sagrados [Matusalém].
(…) Conhecerá o homem o espírito de todas as coisas. A pedra ou a água, o corpo do animal ou olhar do outro. Penetrará nos segredos possuídos pelos deuses antigos… As crianças conhecerão os céus e a terra como ninguém antes deles. O corpo humano será maior e mais hábil e seu espírito abarcará tudo e todas as coisas… Chegado plenamente o ano mil que segue ao ano mil o homem não será o único soberano.
A mulher ( a energia da Deusa) empunhará o cetro, e ela será a mestra dos tempos futuros. Tudo que ela pensar dará ao homem que a ouvirá. Ela será a mãe desse ano mil que segue ao ano mil (Resgate do Feminino Divino). Difundirá a terna doçura de mãe depois dos dias do demônio.
Será a beleza depois de feiúra dos tempos bárbaros. O ano mil que segue ao ano mil mudará rapidamente. Se amará e se compartilhará, se sonhará e se dará vida aos sonhos.


Chegado plenamente o ano mil que segue ao ano mil o homem (a humanidade) conhecerá um segundo nascimento, o espírito se apoderará das pessoas que conviverão em fraternidade. Então será anunciado o fim dos tempos bárbaros… Será um tempo de um novo vigor da fé depois dos dias negros do início do ano mil que vem depois do ano mil… E a terrá estará em ordem…
Chegado plenamente o ano mil que segue ao ano mil os caminhos irão de uma ponta a outra da terra e do céu. Os bosques serão outra vez frondosos, os desertos serão irrigados, as águas se tornarão puras e a terra será como um jardim. O homem velará por todas as coisas, purificará o que contaminou, sentirá que a terra é sua casa, será sábio e pensará no amanhã.
Chegado plenamente o ano mil que segue ao ano mil o homem terá aprendido a repartir e a dar… Os dias amargos de solidão terão ido, os bárbaros terão adquirido o direito de cidadania. Mas isso só virá depois das guerras e dos incêndios. Isso surgirá dos escombros enegrecidos das Torres de Babel…. 


“Conhece-te a ti mesmo e conheceras todo o universo e os deuses, porque se o que tu procuras não encontrares primeiro dentro de ti mesmo, tu não encontrarás em lugar nenhum”. – Frase escrita no pórtico do Templo do Oráculo de Delphos, na antiga Grécia.
“Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem”. – Mateus 7:13,14

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SEXTA-FEIRA 13, DIA DE AZAR - ORIGEM DO MITO


Sexta-feira 13, como surgiu a superstição do dia do azar?
Posted by Thoth3126 on 13/10/2017

É sexta-feira 13, o dia mais amaldiçoado do calendário, supostamente quando tudo pode dar errado. Mas de onde surgiu a ideia de que coisas ruins acontecem nesta data? Sexta-feira e o número 13 já eram associados ao azar por si só, segundo Steve Roud, autor do guia da editora Penguin Superstições da Grã-Bretanha e Irlanda.
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Como surgiu a superstição da sexta-feira 13?

“Porque sexta-feira foi o dia da crucificação (de Jesus Cristo), as sextas-feiras sempre foram vistas como um dia de penitência e abstinência”, diz ele. “A crença religiosa virou uma aversão generalizada por começar algo ou fazer qualquer coisa importante em uma sexta-feira”.
Por volta de 1690, começou a circular uma lenda urbana dizendo que ter 13 pessoas em um grupo ou em torno de uma mesa dava azar, explica Roud. As teorias por trás da associação de azar com o número 13 incluem o número de pessoas presentes na Última Ceia e o número de bruxas em um clã.

Até que esses dois elementos – a sexta-feira e o número 13 – que já causavam receio isoladamente acabaram se unindo em um momento da história. Por ironia do destino, um grupo que surgiu para ridicularizar superstições acabou consagrando a data.
Em 1907, um livro chamado Sexta-feira 13 foi publicado pelo corretor de ações Thomas Lawson – essa foi a inspiração para a mitologia em torno da data, culminando na franquia de filmes homônima nos anos 1980. O livro conta a história sombria de um corretor de Wall Street que manipula o valor de ações para se vingar de seus inimigos, deixando-os na miséria.
Para isso, ele tira proveito da tensão natural causada pela data no mercado financeiro. “Cada homem na bolsa de valores está de olho nessa data. Sexta-feira, a 13, quebraria o melhor pregão em andamento”, diz um dos personagens. Como se vê, em 1907, a sexta-feira 13 já era uma superstição socialmente estabelecida. Mas não era assim 25 anos antes.
O Clube dos Treze, um grupo de homens determinados a desafiar superstições, se reuniu pela primeira vez em 13 de setembro de 1881 (uma quarta-feira) – mas só seria fundado oficialmente em 13 de janeiro de 1882.
Eles se encontravam sempre no dia 13 de cada mês, sentavam – os 13 – à mesa, quebravam espelhos, derrubavam saleiros extravagantemente e entravam no salão de jantar passando debaixo de uma escada. Os relatórios anuais do clube mostravam meticulosamente quantos de seus membros tinham morrido, e quantas destas mortes haviam ocorrido dentro do prazo de um ano após um membro comparecer a um de seus jantares.

‘Grande coração’
O grupo foi fundado pelo capitão William Fowler em seu restaurante, o Knickerbocker Cottage, na Sexta Avenida de Manhattan, em Nova York. Ele era considerado um “bom companheiro de grande coração, simples e caridoso”
Como mestre de cerimônias, ele “sempre entrava no salão de banquetes à frente do grupo, vistoso e sem medo”, segundo Daniel Wolff, “chefe de regras” do clube.


O jornal The New York Times informou na época que, na primeira reunião, o 13º convidado estava atrasado, e Fowler ordenou que um dos garçons assumisse seu lugar: “O garçom estava sendo empurrado escada acima quando o convidado que faltava chegou”.
O primeiro alvo do grupo foi a superstição de que, se 13 pessoas jantassem juntas, uma delas morreria em breve. Mas uma segunda superstição veio logo a seguir.
Em abril de 1882, o clube adotou uma resolução lastimando o fato de que a sexta-feira era “há muitos séculos considerado um dia de azar… sem motivos razoáveis” e enviaram apelos ao presidente americano, a governadores e a juízes pedindo que estes últimos parassem de marcar enforcamentos para sextas-feiras e levassem a cabo execuções em outros dias da semana.
Mas não há qualquer sinal da superstição da sexta-feira 13 nas atividades do clube. Ela surgiu em algum momento entre a fundação do clube, em 1882, e a publicação do livro de Lawson de 1907. Seria isso por culpa do próprio clube?
Orgulho
O grupo aproveitava todas as oportunidades que apareciam para juntar as duas superstições e ridicularizá-las, segundo reportagem do jornal Los Angeles Herald de 1895: “Nos últimos 13 anos, quando a sexta-feira caiu no dia 13, esta peculiar organização fez reuniões especiais para se deleitar”.
O clube se orgulhava de ter colocado a superstição no foco das atenções. Sua fama cresceu: o grupo original de 13 membros passou a contar com centenas de pessoas na virada do século, e clubes parecidos foram fundados em outras cidades em todo o país.
Em 1894, foi criado o Clube dos Treze de Londres. Em uma carta de 1883 aos membros nova-iorquinos, o escriba do clube londrino, Charles Sotheran, elogia a determinação com que eles combateram “duas dessas superstições vulgares, a crença de que o número 13 traria azar e que a sexta-feira seria um dia azarado”. “Vocês criaram um sentimento popular a favor dos dois”.


A frase é ambígua, mas ela pode ser interpretada como um sinal de que as duas superstições, juntas, caíram nas graças do povo. A doutrina do Clube dos Treze era de que “superstições deveriam ser combatidas e eliminadas”.
Mas tudo indica que, em vez disso, eles tiveram o grande azar de acabar lançando uma das superstições mais conhecidas e persistentes do mundo ocidental.

* Com reportagem de Trevor Timpson
Um importante fato histórico ocorrido numa sexta-feira 13: Na madrugada do dia 13 de outubro de 1307 (uma sexta feira), o rei francês Philipe, o Belo, aproveitou os rumores e inquéritos contra os Templários para começar seu movimento contra a Ordem dos Cavaleiros Templários, enviando uma ordem secreta aos seus agentes em todas as partes da França para implementar uma prisão em massa de todos os Templários no início do dia 13 de outubro (uma sexta feira). Philipe queria que os templários fossem presos e seus bens confiscados para incorporar sua riqueza no Tesouro Real e para estar livre da enorme dívida que devia à Ordem dos Templários. O Grão Mestre Jaques de Molay estava em Paris, no dia 12 de outubro, onde era pallbearer no funeral de Catherine de Courtenay, esposa do conde Carlos de Valois e cunhada do rei Philipe. 
Em uma incursão da madrugada na sexta-feira, 13 de outubro de 1307, Molay e mais sessenta de seus irmãos templários foram presos. Philip então tinha os Templários acusados ​​de heresia e muitas outras acusações falsas, a maioria das quais eram idênticas às acusações que anteriormente os agentes de Philipe haviam enfrentado contra o Papa Bonifácio VIII.

Mais informações, leitura adicional:

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GALLERIA DEGLI UFFIZI - MUSEU DE ARTE DE FLORENÇA

Cosimo I de' Medici,

A GALLERIA DEGLI UFFIZI é um palácio situado em Florença, na Itália. Ele abriga um dos mais antigos e famosos museus do mundo.
Dividido em várias salas disponíveis para escolas e estilos em ordem cronológica, a exposição exibe obras do século XII ao século XVIII, com a melhor coleção do mundo de obras do Renascimento. Artistas como Cimabue, Caravaggio, Leonardo da Vinci, Michelangelo, Rafael,Andrea Mantegna, Ticiano, Parmigianino, Peter Paul Rubens, Rembrandt, Giovanni Battista Pittoni, Canalettoe e Sandro Botticelli.
VISTA EXTERNA

PÁTIO INTERNO


SALA DE EXPOSIÇÕES

ENTRADA

GALERIA

GALERIA


 SALA DE EXPOSIÇÕES


EXPOSIÇÃO


terça-feira, 10 de outubro de 2017

"A TEMPESTADE" - PEÇA TEATRAL DE SHAKESPERARE


MIRANDA é uma tela produzida por John William Waterhouse, baseado na Obra "A Tempestade", última peça de Shakespeare, em que a jovem Miranda e seu pai Próspero, vivem numa ilha deserta, deserdados pelo irmão de Próspero, Antônio.


domingo, 1 de outubro de 2017

PREVISÕES DE NOSTRADAMUS PARA 2018 - SERIAM VERDADEIRAS OU SÃO MANIPULAÇÕES DE UM CHARLATÃO?



Profecias de Nostradamus
Fonte (http://br.betterdeals.com/Entretenimento/As-mais-chocantes-profecias-de-Nostradamus-para-2018?page=6)

No passado, Nostradamus já previu alguns fatos que se concretizaram. Quanto disso se deve à interpretação individual e ao desejo de que suas previsões estivessem corretas, não temos certeza. Dizem que o almanaque que ele escreveu em 1550 fazia profecias sobre o futuro, mas o fato de que algumas das profecias de Nostradamus se tornaram realidade, enquanto outras não, sugere mera coincidência.
Vejamos um exemplo: "No ano de 1999, no sétimo mês, do céu virá o grande Rei do Terror". Essa citação foi vista como uma referência aos ataques do 11 de setembro em Nova York ocorridos em 2001. Mas não estamos convencidos de que haja qualquer conexão nisso.
Veja a seguir as profecias de Nostradamus para 2018 que chamaram nossa atenção. Imaginamos quantas delas irão realmente tornar-se realidade.

PREVISÕES PARA 2018

Grande Erupção do Vesúvio
Uma das suas previsões mais conhecidas por todos é a ideia de que o Monte Vesúvio, na Itália, entrará em erupção em 2018. A profecia sugere que o vulcão vai estremecer a Terra "a cada cinco minutos" e matar entre 6.000 e 16.000 indivíduos. Tudo o que podemos dizer é esperamos que essa previsão passe bem longe de estar certa.

Dr. Dolittle
Uma das previsões de Nostradamus é que em 2018 homens e animais conseguiriam comunicar-se entre si. Não vemos nenhum humano por aí conversando com seu cachorro enquanto o leva para passear no parque, mas é possível que possa surgir algum tipo de comunicação que permita que animais de estimação possam expressar um simples "sim" ou "não" em algum momento no futuro.
Mas não conseguimos imaginar animais e humanos conversando através de algum tipo de dispositivo eletrônico, portanto não vislumbramos nenhuma possibilidade de que em 2018 os "homens façam amizade com os porcos" como Nostradamus previu.

Colapso econômico
Você não precisa ser Nostradamus para saber que as instituições financeiras do mundo estão sempre em perigo. Qualquer um que estivesse ganhando dinheiro uma década atrás, quando a "crise do crédito" chegou saberá disso. Mas Nostradamus prevê o colapso econômico total e profetizou que “os ricos vão morrer muitas vezes". Veremos.

O pior terremoto de todos
Além da erupção mencionada anteriormente, Nostradamus prevê o pior terremoto do mundo já conhecido. De acordo com ele: "Seu poder deve ser sentido em terras em todo o globo".

Terceira Guerra Mundial
Com a Rússia e os Estados Unidos provocando-se, é bem possível que a Terceira Guerra Mundial ocorra mesmo em certo ponto. Dizem que todas as coisas boas vêm em três, e coisas ruins também, como a trilogia dos filmes Tubarão. É claro que desejamos com todas as nossas forças que esta profecia não se concretize. "Uma guerra começará entre as duas grandes potências mundiais e vai durar um período de 27 anos".


PRETÉRITO-MAIS-QUE-PERFEITO - SENTIDO, EMPREGO

Para se falar no sentido desse tempo verbal, é necessário antes falar em 'pretérito perfeito'. Pretérito perfeito é um passado acabado.Indica uma ação que inicia e termina no passado. Exemplo: O menino acordou. Esta ação começou e acabou antes do momento em que é anunciada. É ação concluída, terminada.
O pretérito mais-que-perfeito traz uma ação passada em relação a outra ação também passada. São necessários dois verbos. Duas ocorrências, que acontecem em tempos diferentes. Exemplo: A mãe já tinha entrado no quarto, quando o menino acordou. Há duas circunstâncias passadas: no entanto, o fato de o menino acordar foi anterior ao fato de a mãe entrar no quarto. O que é essencial aqui é a não-simultaneidade das circunstâncias. O pretérito mais-que-perfeito é o tempo verbal que indica uma ocorrência passada, anterior a outra ação também passada.
Em português, temos três possibilidades de formá-lo. Uma mais popular, usando o 'pretérito imperfeito' do verbo 'ter' e o particípio passado do verbo que se está conjugando. É a forma que aparece no exemplo acima: O menino já 'tinha acordado'.... Uma segunda forma, mais erudita do que a primeira, formada também por tempo composto: 'pretérito imperfeito' do verbo 'haver' e o particípio passado do verbo a ser conjugado: O menino já havia acordado, quando a mãe entrou no quarto. Por fim, pode-se empregar uma forma mais erudita ainda, menos usada, no entanto: usa-se, na oração principal, o tempo mais-que-perfeito simples: O menino já 'acordara', quando a mãe entrou no quarto. O raciocínio é longo, mas aborda uma circunstância eminentemente simples.

O BRASIL ESTÁ À VENDA - A CHINA ESTÁ COMPRANDO

China está comprando o Brasil?

Posted by Thoth3126 on 30/09/2017

Há um grande número de operações de compra, venda e fusões e aquisições entre empresas privadas brasileiras, notadamente pelo capital chinês, que em 2016 esteve presente em 35% dos negócios efetuados no Brasil. A crescente participação da China no país tem preocupado a muitos. Mas, segundo o economista Fernando Pinho, não há razões para temer.
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Opinião: A China está comprando o Brasil?


Em artigo recente, o especialista destacou que, atualmente, há no mundo cerca de US$ 40 trilhões investidos em títulos públicos de diversos países, onde 25% (US$ 10 trilhões) estão sendo remunerados a taxas de juros próximas de zero. Segundo ele, levando-se em consideração que há 159 estatais federais no Brasil, muitas delas com sérios problemas de gestão, já haveria um grande alívio às finanças públicas nacionais, que agora apresentam um rombo fabuloso. Mas quais são as áreas de negócios brasileiras mais apetitosas ao capital chinês? E o que essas negociações dizem sobre o atual momento do Brasil?


Em entrevista à Sputnik Brasil, Fernando Pinho opinou que as recentes tentativas do Brasil de vender estatais não têm um viés ideológico, tendo sido provocadas exclusivamente pela necessidade do governo de fazer caixa, necessidade que teria sido resultado de problemas de gestões anteriores. 
“Nos últimos anos, houve uma onda esquerdizante na América Latina, incluindo o Brasil, e criou-se uma avalanche de “problemas de gestão”, pelo populismo, uma série de problemas também relacionados à desonestidade. Então, essa necessidade de caixa do governo é que está fazendo com que se coloque à venda o patrimônio público que está sendo muito mal administrado”, afirmou. 
Nesta quarta-feira, 27, quatro usinas hidrelétricas operadas pela Cemig foram vendidas em um leilão realizado na bolsa de valores de São Paulo. O Governo Federal arrecadou R$ 12,13 bilhões, sendo que, destes, a maior parte foi paga por um grupo chinês, o Spic Pacif Energy PTY, no valor de R$ 7,18 bilhões pela hidrelétrica de São Simão. 
De acordo com Pinho, não há dúvidas de que o setor energético representa o maior atrativo para os chineses no Brasil, uma vez que o país asiático vem se especializando nessa área, abrindo cada vez mais possibilidades de negócios. 
“Hoje, a China é dona dos maiores grupos energéticos do mundo. Energia elétrica, eólica, gás, petróleo, fotovoltaica…”, disse o economista. “O setor energético no Brasil interessa muito a eles, o petróleo principalmente, porque eles importam muito petróleo. E o Brasil é um produtor de petróleo de porte considerável no mundo hoje”. 

Além da energia, a China também tem demonstrado interesse em outros setores, como o agropecuário. Segundo o especialista, o avanço do capital chinês no Brasil é tão forte que, recentemente, as autoridades chinesas pediram autorização ao governo brasileiro para criar uma câmara de compensação de moedas, sistema clearing house, para que o yuan seja utilizado na compra de empresas no Brasil, diminuindo a dependência (e o uso) do dólar e do euro. 
“Eles gozam de uma credibilidade que o Brasil, infelizmente, não goza lá fora. Não podemos esquecer que o dinheiro brasileiro lá fora é (apenas) papel pintado.”

Saiba mais, leitura adicional:

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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

PAPA FRANCISCO E SUAS LUTAS CONTRA OS CONSERVADORES

Papa Francisco acusado de “7 heresias” em uma carta assinada por conservadores

Posted by Thoth3126 on 29/09/2017

Uma carta de 25 páginas assinada por 40 sacerdotes e estudiosos católicos foi enviada ao papa Francisco em 11 de agosto, e as assinaturas chegaram a 62. “Porque nenhuma resposta foi recebida do Santo Padre, a tornamos pública hoje, 24 de setembro “, dizem os signatários, acusando o Papa Francisco de “sete heresias por publicar “Amoris Laetitia”, a Exortação apostólica pós-sinodal do “Santo” Padre Francisco sobre o amor na família. Ettore Gotti Tedeschi, ex-presidente da Ior, se destaca na lista de assinaturas. 
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
Papa Francisco é acusado de “7 heresias” em uma carta assinada por 62 sacerdotes e estudiosos conservadores 
O documento, já aprovado pela La Stampa online, é publicado por um site ad hoc: “Correctiofilialis.org“. O fato de que os tradicionalistas considerassem a oportunidade de uma “correção” ao Papa para as novidades introduzidas no casamento de Amoris Laetitia já havia sido ventilada nos últimos meses. 

Falando explicitamente, ele era um dos chamados cardeais “duvidosos”, Raymond Leo Burke, que hoje não está entre os signatários desta carta. A carta foi conhecida hoje, com um site ad hoc, e tem um título latino: Correctio filialis de haeresibus propagatis(literalmente, correção de ramificação devido à propagação de heresias). Ele afirma que o Papa, através de sua Exortação Apostólica Amoris Laetitia, e outras palavras, atos e omissões relacionados a ela, “apoiou sete posições heréticas sobre o casamento, a vida moral e a recepção dos sacramentos”,
Entre as heresias acusadas ao Papa pelos estudiosos da ala ultra-conservadora da Igreja romana, o fato de que “direta ou indiretamente, o Papa permitiu que a obediência à Lei de Deus pudesse ser impossível ou indesejável e que a Igreja às vezes aceitasse “adultério como compatível com os praticantes católicos”. Entre as assinaturas, além da de Gotti Tedeschi, ex-presidente do Ior (Istituto per le Opere di Religione – o “Institute” or “IOR”), esta a do chefe dos Lefebvrianos, o monsenhor Bernard Fellay. Há alguns signatários religiosos, conhecidos pelos tradicionalistas, mas, na maioria das vezes, as assinaturas são de estudiosos leigos. Nenhum cardeal assina o documento, mesmo aqueles que se tornaram “duvidosos” sobre a própria Amoris Laetitia.
O documento dirigido ao Papa e que contém perplexidade sobre sua Exortação Apostólica Amoris Laetitia, assinado por 62 estudiosos, muitos leigos, “é uma súplica escrita por teólogos, não fala de heresias, mas diz que indiretamente poderia facilitar as heresias. Seja claro: eu não acuso o Papa, eu o amo. Eu sou para a Igreja e para o Papa, e nunca me separarei da Igreja nem do Papa. O documento é um ato dedicado, um convite à reflexão “. O ex-presidente da IOR Ettore Gotti Tedeschi, entre os signatários do documento, disse à ANSA.

O cardeais Walter Brandmüller, Raymond Burke, Carlo Kaffarra e Joachim Meisner que também consideram heresia “Amoris laetitia”


Città del Vaticano Il Governatorato – onde o site da Internet tem sua sede – foi bloqueado o acesso ao site da Web a partir de computadores localizados em uma sala de imprensa a partir da qualquer um poderia se juntar à iniciativa promovida por um grande grupo de teólogos ultra-radicalistas para acusar a Papa de sete heresias, ligado ao que está escrito na sua Exortação Apostólica “Amoris laetitia”, a exortação apostólica com a qual Francisco abriu atenção da igreja aos divorciados casados novamente.
A partir desses computadores, você não pode mais acessar a página em qualquer idioma, porque o Il Governatorato está sendo executado nos roteadores que estão logados de forma a bloquear qualquer coisa que possa ser considerada inadequada. Fora do Vaticano, no entanto, a página está acessível.
“O acesso à página da Web que você está tentando visitar foi bloqueado de acordo com as políticas de segurança institucionais”. Portanto, nenhum computador de Oltretevere é capaz de aderir à petição de www.correctiofilialis.org, que acusa o Papa Bergoglio de ser um herege, de seguir as correntes do modernismo e de expressar muito entusiasmo por Martinho Lutero, reformador protestante. 

Os engenheiros do Vaticano que trabalham na governança explicam que os chamados roteadores de fronteira entram automaticamente por meio de algoritmos para bloquear, por exemplo, acesso a sites pornográficos. 
O porta-voz do Vaticano, Greg Burke, está contestando a controvérsia. “Nenhum bloco de computadores do Vaticano foi bloqueado. Simplesmente os de domínio público, que são de acesso público, têm alguns filtros que entram em conflito com arrecadação de fundos e similares, especialmente “quando levam para outros endereços no exterior e por razões de segurança .”

Mais informações, leitura adicional:

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

"A DAMA DE SHALOTT" - POEMA DO ESCRITOR ROMÂNTICO INGLÊS LORD ALFRED TENNYSON

“É neste mundo verdadeiro das coisas de mentira que se insere o relato da Dama de Shalott.”
Sandra Jatahy Pesavento

The Lady of Shalott  by Arthur Hughes


Tela de John William Waterhouse,  representando a tragédia de "The Lady of Shalott" (1888)

"A Dama de Shalott" ou "Lady Shalott" é o título de um magnífico texto poético do escritor romântico inglês Lord Alfred Tennyson. Neste poema, publicado em 1833 e reeditado em 1842, o autor aborda o drama de uma linda jovem que vive numa torre, na ilha de Shalott, situada num rio, de onde se podia ver o encantado palácio de Camelot, morada do legendário Rei Artur.

Pesava sobre ela uma terrível maldição: estava proibida de olhar para a cidade, sob a pena de cair imediatamente morta. Restava-lhe, assim, a opção de espiar o mundo exterior através de um espelho, passando a bordar tudo o que via sobre uma tela mágica. 
Um dia, através do espelho, viu o cavaleiro Lancelot, o campeão dos Cavaleiros da Távola Redonda. Perdidamente apaixonada por ele, esqueceu sua terrível maldição. Enamorada, sai da frente do espelho que se parte, entra em um pequeno barco que repousava sob um salgueiro e solta-o na correnteza. 
Ao passar pelo castelo, o povo e Lancelot olham para o rio e surpreendem a cena da jovem morta sobre o barco que desliza sobre as águas plácidas.
E Lancelot diz:
"Oh, que magnífica visão,
Que Deus, em sua magnífica misericórdia,
Conceda-lhe a paz,
Lady de Shalott."

LADY DE SHALOTT
Poema de Lord Alfred Tennyson

De ambos os lados do rio há
Grandes campos de cevada e de centeio 
Que cobrem a planície e alcançam o céu 
E em meio ao campo há uma estrada 
Para a Camelot de muitas torres 
As pessoas andam para cima e para baixo 
Contemplando os nenúfares que flutuam 
Há uma ilha mais abaixo 
A ilha de Shalott 

Salgueiros embranquecem, álamos tremem 
Ligeiras brisas, crepúsculo e calafrio 
As águas correm eternamente 
Pela ilha no rio 
Que desemboca em Camelot 
Quatro paredes cinzentas e quatro torres cinzentas 
Num espaço de flores 
A ilha silenciosa cobre com sombras 
Lady de Shalott 

Só há camponeses que trabalham cedo 
Por entre a cevada a ser ceifada 
Ecoa a suave canção alegremente 
Que vem do rio onde venta 
Até a elevada Camelot 
E ao luar o ceifeiro cansado 
Empilhando maços em grandes amontoados 
Escuta e sussurra "esta é a fada" 
Lady de Shalott 

Na torre ela tece dia e noite 
Uma teia mágica com cores vistosas 
Mas ouve um sussurro que diz 
Que a maldição cairá sobre ela se continuar 
Olhando para baixo, para Camelot 
Não sabe que a maldição é essa 
E assim tece continuamente 
E pouco cuidado tem ela 
Lady de Shalott 

Mirando-se num espelho cristalino 
Que fica à sua frente o ano todo 
Sombras do mundo aparecem 
Através do espelho ela vê a estrada 
Vê o vento soprar sobre Camelot 
E às vezes através do espelho 
Vê os cavaleiros trotarem aos pares 
Ela não tem cavaleiro leal e verdadeiro 
Lady de Shalott 

Mesmo tecendo ela contempla 
As mágicas visões do espelho 
Muitas vezes pelas noites silenciosas 
Vê um funeral com pompas e luzes 
E a música volta-se para Camelot 
E quando a Lua brilha no alto 
Dois jovens amantes enfim se casam 
"Estou meio farta de sombras" diz 
Lady de Shalott 

Vê da sua torre numa disparada 
Um cavalo entre os feixes de cevada 
O sol arde ofuscando as folhas 
E queima as canelas despudoradas 
Do ousado Sir Lancelot 
É um cavaleiro que eternamente se ajoelha 
Para uma senhora em seu escudo, 
Que brilha no campo dourado
Ao lado da remota Shalott 

Seus olhos claros brilharam à luz do sol 
Com cascos polidos seu cavalo de guerra trilhou 
Debaixo do elmo esvoaçavam da cor do carvão 
Seus cachos negros enquanto cavalgava 
À medida que ia para Camelot 
Na margem do rio 
Ele apareceu no espelho cristalino 
"Tirra lirra" 
Cantou Sir Lancelot 

Ela parou de tecer, largou o tear 
Deu três passos pelo quarto 
Viu o lírio na água florescer 
Viu o elmo e a plumagem 
E se voltou para Camelot 
Voou o tear flutuando ao longe 
O espelho se quebrou ao meio 
"A maldição caiu sobre mim" 
chorou Lady de Shalott

O tempestuoso vento leste uivava 
Os bosques amarelos empalideciam 
Nas margens do rio as ondas se revolviam 
Do céu desabou a chuva fortemente 
Sobre a dominada Camelot 
Ela desceu e encontrou um barco 
Debaixo de um flutuante salgueiro partido 
E na proa deixou escrito 
Lady de Shalott 

Descendo o extenso e turvo rio 
Como algum vidente em transe 
Vendo toda a sua miséria 
Com o rosto paralisado 
Ela olhou para Camelot 
E ao fim do dia 
Soltou as correntes e se deitou 
O amplo rio levou para longe 
Lady de Shalott 

Ouvindo um hino pesaroso, sagrado 
Muito alto cantou com voz humilde 
E o sangue começou a congelar 
Os seus olhos ficaram escuros 
Voltados para a elevada Camelot 
Antes que com a maré alcançasse 
A primeira casa da costa 
Ainda cantando morreu 
Lady de Shalott 

Sob a torre e a sacada 
Do muro do jardim e do balcão 
Qual vulto cintilante ela flutuou 
Pálida morta entre altas casas 
O silêncio pairou em Camelot 
Ao distante cais todos acorreram 
Cavaleiro e burguês, lorde e dama 
E em volta da proa o seu nome leram 

"Lady de Shalott"



Quem é esta? O que faz aqui? 
Ali perto ficava o palácio iluminado 
E nele cessou o som da real celebração 
Os bravos homens tiveram medo 
Todos os Cavaleiros de Camelot 
Mas Lancelot refletiu por um tempo 
E disse: "Oh, que magnífica visão!
Deus, em sua misericórdia, 
Conceda-lhe a paz,
Lady de Shalott!"


ORIGINAL INGLÊS DO POEMA

THE LADY OF SHALOTT

PART 1

On either side the river lie
Long fields of barley and of rye
That clothe the world and meet the sky
And thro’ the fields the road runs by
To many-tower’d Camelot
And up and down the people go
Gazing where the lilies blow
Round the island there below
The island of Shalott

Willows whiten, aspens quiver,
Little breezes dusk and shiver
Thro’ the wave that runs for ever
By the island in the river
Flowing down to Camelot
Four grey walls, and four grey towers,
Overlook a space of flowers
And the silent isle embowers
The Lady of Shalott

By the margin, willo-veil’d,
Slide the heavy barges trail’d
By show horses, and unhail’d
The shallop flitteth silken-sail’d
Skimming down to Camelot
But who hath seen her wave her hand?
Or at the casement seen her stand?
Or is she known in all the land,
The Lady of Shalott?

Only reapers, reaping early
In among the bearded barley,
Hear a song that echoes cheerly
From the river winding clearly
Down to tower’d Camelot
And byu the moon the reaper weary
Piling sheaves in uplands airy
Listening, whispers “Tis the fairy
Lady of Shalott”

PART 2

There she weaves by night and day
A magic web with colours gay
She has heard a whisper say
A curse is on her if she stay
To look down to Camelot
She knows not what the curse may be
And little other care hath she
The Lady of Shalott

And moving thro’ a mirror clear
That hangs before her all the year,
Shadows of the world appear
There she sees the highway near
Winding down to Camelot
There the river eddy whirls
And there the surly village-churls
And the red cloaks of market girls
Pass onward form Shalott

Sometimes a troop of damsels glad,
An abbot on an ambling pad,
Sometimes a curly shepherd-lad,
Or long.hair’d page in crimson clad
Goes by to tower’d Camelot
And sometimes thro’ the mirror blue
The knights come riding two and two:
She hath no loyal knight and true
The Lady of Shalott

But in her web she still delights
To weave the mirror’s magic sights
For often thro’ the silent nights
A funeral, with plumes and lights
And music, went to Camelot
Or when the moon was overhead
Came two young lovers lately wed;
“I am half sick of shadows”, said
The Lady of Shalott

PART 3

A bow-shot from her bower-eaves
He rode between the barley-sheaves
The sun came dazzling thro’ the leaves
And flamed upon the brazen greaves
Of bold Sir Lancelot
A red-cross knight for ever kneel’d
To a lady in his shield,
That sparkled on the yellow field
Beside remote Shalott

The gemmy bridle glitter’d free
Like to some Branco of Stara we see
Hung in the golden galaxy
The bridle bells rang merrily
As he rode down to Camelot
And from his blazon’d baldric slung
A mighty silver bugle hung,
As he rode his armour rang
Beside remote Shalott

All in the blue unclouded weather
Thick-jewell’d shone the saddle leather
The helmet and the helmet feather
Burn’d like one burning flame together
As he rode down to Camelot
As often thro’ the purple night
Below the starry clusters bright
Some bearded meteor, trailing light
Moves over still Shalott

His broad clear brow in sunlight glow’d;
On burnish’d hooves his war- horse trode;
From underneath his helmet flow’d
His coal -black curls as on he rode,
As he rode to Camelot
From the bank and from the river
He flash’d into the crystal mirror,
“Tirra-Lirra”, by the river “Tira-Lira,
San Sir Lancelot

She left the web, she left the loom,
She made three paces thro’ the room,
She saw the water-lily bloom
She saw the helmet and the plume,
She look’d down to Camelot
Out flew the web and floated wide;
The mirror crack’d from side to side;
“The curse is come upon me”, cried
The Lady of Shalott.

PART 4

In the stormy east-wind straining,
The pale yello woods were waning,
The broad stream in his banks complaining,
Heaily the low sky raining
Over tower’d Camelot
Down she came and found a boat
Beneath a willow left afloat
And round about the prow she wrote
“The Lady of Shalott”

And down the river’s dim expanse –
Like some bold seer in a trance
Seing all his own mischance-
a glassy countenance
Did she look to Camelot.
And at the closing of theday
She loosed thechain, and down shelay;
The broad stream bore her far away,
The Lady of Shalott

Lying, robed in snowy white –
That loosely flew to left and right –
The leaves upon her falling
the noises of the night
She floated down to Camelot
And as the boat-head wound along
The willowy hills and fields among,
They heard her singing her last song,
The Lady of Shalott

Heard a carol, mournful, holy,
Canted loudly, chanted lowly,
Till here blood was frozen slowly
And her eyes were darken’d wholly
Turn’d to tower’d Camelot
For ere she reach’d upon the tide
The first house by the water side
Singing in her song she died,
The Lady of Shalott

Under tower and balcony
By garden-wall and gallery
A gleaming shape she floated by
Dead pale between the house high
Silent into Camelot
Out upon the wharfs they came
Knight and burgher, lord and dame
And round the prow they read her name
“The Lady of Shalott”

Who is this? and What is here?
And in the lighted palace near
Died the sound of royal cheer;
And they cross’d thelselves from fear
All the knights at Camelot
But Lancelot nused a little space;
He said; “She has a lovely face;
God in his mercy send her grace,
The Lady of Shalott”.